Com 101 anos de idade, ele conta quais dois alimentos evitou — e explica por que isso faz toda a diferença

Com 101 anos, I. Roy Cohen revela os hábitos que considera essenciais para viver mais e melhor — e alerta sobre dois alimentos que ele cortou da dieta para preservar a saúde.
Morador dos EUA e ex‑CEO da indústria farmacêutica, Cohen impressiona pela lucidez, disposição e independência mesmo após superar um século de vida. Para ele, longevidade está diretamente ligada às escolhas diárias, e alguns alimentos devem ser evitados a todo custo.
Os dois alimentos que ele considera inimigos da longevidade
Alimentos ultraprocessados — Cohen evita rigorosamente produtos industrializados, como snacks embalados, refrigerantes e refeições prontas. Ele acredita que esses itens, carregados de aditivos químicos, conservantes e açúcares refinados, são verdadeiros sabotadores da saúde e podem provocar inflamações silenciosas no corpo.
Carnes vermelhas — Apesar de ter crescido em uma fazenda e consumido carne bovina desde cedo, Cohen abandonou esse hábito na vida adulta. Hoje, prefere fontes mais leves de proteína, como peixes, vegetais e leguminosas, seguindo o padrão da dieta mediterrânea.
Hábitos que sustentam sua vitalidade
Mais do que dieta, o ex‑executivo segue práticas constantes para manter corpo e mente saudáveis:
- Exercício diário: ele dedica cerca de 20 minutos por dia a exercícios leves nas pernas e realiza caminhadas regulares dentro de casa.
- Mente ativa e ocupada: mesmo aos 101 anos, continua cuidando de suas finanças, organizando tarefas domésticas, lendo e refletindo — o que ajuda a manter agilidade mental.
- Atitude positiva: evita emoções negativas como raiva e inveja, busca ocupar-se com atividades e acredita que manter o pensamento otimista é fundamental.
Cohen defende que a longevidade não depende apenas da genética — embora admita ter uma base familiar favorável —, mas sim de escolhas constantes: alimentação equilibrada, rotina ativa e mente ocupada.



